
terça-feira, 30 de junho de 2009
Ensinamentos de Buddha

domingo, 28 de junho de 2009
Mahatma Gandhi

Riqueza sem trabalho;
Prazer sem consciência;
Conhecimento sem carácter;
Comércio sem moralidade;
Ciência sem humanidade;
Culto sem sacrifício.
sábado, 27 de junho de 2009
Fénix

Teria penas brilhantes, douradas e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fénix vivia exactamente quinhentos anos. Outros acreditavam que o seu ciclo de vida era de 97 200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fénix queimava-se numa pira funerária. A fénix, após erguer-se das cinzas, levava os restos do seu pai ao altar do deus Sol, na cidade egípcia de Heliópolis (Cidade do Sol). A vida longa da fénix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.
Os gregos provavelmente copiaram dos egípcios a idéia da fénix. Esses últimos adoravam "benu", uma ave sagrada semelhante à cegonha. O "benu", assim como a fénix, estava ligada aos rituais de adoração do Sol em Heliópolis. As duas aves somente representavam o Sol, que morre em chamas toda tarde e emerge a cada manhã.
Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que esta ave vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97 200 anos.
Quando a ave sentia a morte aproximar-se, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com eles à cidade egípicia de Heliópolis, onde os colocava no Altar do Sol. Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto.
Actualmente os estudiosos crêem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do Homem. Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.
Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (phoenix), a palmeira (phoinix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.
A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da antiguidade, como entre os gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca tem fim.
Para os gregos, a fénix por vezes estava ligada ao deus Hermes e é representada em muitos templos antigos. Há um paralelo da fénix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.
Os egípcios a tinham por "Benu" e estava sempre relacionada à estrela "Sótis", ou estrela de cinco pontas, estrela flamejante, que é pintada ao seu lado.
Na China antiga a fénix foi representada como uma ave maravilhosa e transformada em símbolo da felicidade, da virtude, da força, da liberdade, e da inteligência. Na sua plumagem, brilham as cinco cores sagradas: roxo, azul, vermelho, branco e dourado.
No ínicio da era Cristã esta ave fabulosa foi símbolo do renascimento e da ressurreição. Neste sentido, ela simboliza o Cristo ou o Iniciado, recebendo uma segunda vida, em troca daquela que sacrificou.
Fonte: Wikipédia
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A Regra de Ouro

Hinduísmo - Este é todo o dever: não faças aos outros o que causaria dor se feito a ti. (Mahabharata 5:1517)
Budismo - Não trates os outros de maneira que tu próprio achas que te feriria.(Udana-Varga 5.18)
Confucionismo - Uma palavra que resume a base de toda a boa conduta ... Gentileza agradável. Não faças aos outros aquilo que não queres seja feito a ti mesmo.(Confucius, Analects 15.23)
Islão - E nenhum de vós realmente é crente até que deseje para os outros aquilo que deseja para si mesmo. (O Profeta Maomé, Hadith)
Taoísmo - Considera o ganho do teu vizinho como o teu próprio ganho, e o prejuízo do teu vizinho como o teu próprio prejuízo. (T'ai ShangKan YingP'ien, 213-218)
Judaísmo - O que é odioso para ti, não o faças ao teu vizinho. Esta é toda a Torah; tudo o resto é comentário. (Hillel, Talmud, Shabbat 31a)
Sikhismo - Não sou um estranho para ninguém, e ninguém é um estranho para mim. Na verdade, sou um amigo de todos. (Guru Granth Sahib.pg. 1299)
Jainismo - Devemos tratar todas as criaturas do mundo como gostaríamos de ser tratados. (Mahavira, Sutrakritanga)
Zoroastrianismo - Não faças aos outros o que for injurioso para ti. (Shayast-na-Shayast 13.29)
Espiritualidade Nativa Americana - Estamos tão vivos quanto mantivermos a Terra viva. (Chefe Dan George)
Unitarianismo - Afirmamos e promovemos o respeito pela rede interdependente de toda a existência, de que somos uma parte. (Princípio unitariano)
Cristianismo - Em tudo, faz aos outros o que gostarias que te fizessem a ti; esta é a lei e os profetas (Jesus, Mateus, 7:12)
segunda-feira, 22 de junho de 2009
A Biblioteca de Alexandria

A ideia de Biblioteca como local de conservação e consulta pública de livros era comum a muitas civilizações antigas: no Egipto, Síria, Ásia Menor, Mesopotâmia, Pérsia. Eram instituições que tinham como principal objectivo preservar e divulgar a cultura nacional.
A Biblioteca de Alexandria distinguiu-se por ser um centro universal, aberto ao saber e à pesquisa sem fronteiras. A ideia de uma cultura universal, cosmopolita, cultivada na Grécia, foi trazida para o Egipto por Alexandre o Grande, aquando da fundação de Alexandria, e pelo seu parente, o macedónio Ptolomeu I, o primeiro faraó do Egipto sob domínio grego. Diz a História que Demétrio de Phaleron incentivou Ptolomeu I a fundar em Alexandria uma academia similar à de Platão. Foram trazidos livros da cidade de Atenas, dando início à antiga biblioteca.
Nos reinados dos três primeiros faraós da dinastia Ptolomaica foram construídos a biblioteca, um museu contendo jardins, um parque zoológico com animais exóticos, salas de aula e um observatório astronómico. Parece que entre 30 a 50 pesquisadores, vindos de todas as partes do mundo civilizado, participavam do complexo, sustentados inicialmente pela família real e depois através de fundos públicos.
O acervo da biblioteca teve uma grande expansão no reinado de Ptolomeu III que solicitava livros de todo o mundo para copiar, e utilizava os mais diversos meios para obtê-los. Com isso Alexandria tornou-se um grande centro de fabricação e comércio de papiros. Uma legião de trabalhadores dedicava-se a esse ofício, ao lado de inúmeros copistas e tradutores.
Está registado na História que o primeiro bibliotecário foi Zenódoto de Éfeso, de 284 a 260 a.C.. Seu sucessor foi Calímaco de Cirene, de 260 a 240 a.C., que empreendeu uma catalogação dos livros. Por essa época, a biblioteca tinha mais de 500 000 pergaminhos de vários tipos. De 235 a 195 a.C., Eratóstenes de Cirene foi o bibliotecário. Em 195 a.C. o posto foi assumido por Aristófanes, que actualizou o catálogo de Calímaco. O último bibliotecário de que se tem notícia foi Aristarco da Samotrácia, o astrónomo, que assumiu o posto em 180 a.C.. Estas datas, possivelmente, não são de todo exactas. De uma forma ou de outra a biblioteca funcionou até ao século IV.
Dizem que a biblioteca chegou a ter 700 000 pergaminhos. Era suporte para estudos de diversas áreas do conhecimento, como Filosofia, Matemática, Medicina, Ciências Naturais e Aplicadas, Geografia, Astronomia, Filologia, História, Artes, etc. Os pesquisadores alexandrinos organizavam expedições noutras partes do mundo para aprenderem mais. Desenvolveram tanto as ciências puras como as aplicadas. Fala-se de inúmeras invenções, como bombas para puxar água, sistemas de engrenagens, odómetros, uso da força do vapor de água, instrumentos musicais, instrumentos para uso na astronomia, construção de espelhos e lentes, etc.
A destruição da Antiga Biblioteca de Alexandria é um assunto delicado, e pode-se cair em afirmações injustas devido à falta de conhecimento histórico exacto. Existem muitas lendas a respeito e poucas evidências históricas. Parece que a biblioteca, em função do seu grande acervo, estava situada em diversos prédios espalhados pela cidade. Dizem que as diversas invasões estrangeiras, e também lutas internas, ocasionaram, cada uma delas, perdas parciais. Parte do acervo foi queimado aquando da invasão dos romanos em 48 a.C., diz-se que acidentalmente. Como compensação, em 41 a.C., o imperador romano Marco Antonio doou 200 000 pergaminhos à biblioteca, acto talvez não de todo meritório, pois esses pergaminhos foram subtraídos da biblioteca de Pérgamo. Depois de passar por várias vicissitudes semelhantes, conta-se que a Biblioteca de Alexandria teria sofrido perdas com a tomada do poder pelos dirigentes cristãos, por volta do ano de 391. A versão de que os árabes terminaram de destruir a biblioteca, aquando da sua invasão em 642, está em descrédito. Parece que por essa época a biblioteca já não existia mais.
Existem muitas lendas sobre os livros da famosa biblioteca e os assuntos que ali se podia ler a respeito de alquimia, magia, visita de extraterrestres, histórias de civilizações antiquíssimas, registos das mais diversas cosmologias, etc. Alguns autores sustentam que o essencial está a salvo em profundas cavernas, nalguns locais ermos do planeta. Estariam resguardados, em algum lugar, os tratados perdidos de Matemática, assim como tantos outros? Um dia saberemos a verdade.
Fonte: Hipertexto Pitágoras
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Dom Sebastião, Rei de Portugal

segunda-feira, 1 de junho de 2009
Acreditar
